A dor que fica sempre no mesmo ponto, incomoda ao toque ou até irradia para outra região pode estar relacionada à síndrome dolorosa miofascial e aos chamados pontos-gatilho.
Ela pode aparecer associada a sobrecarga, movimentos repetitivos, tensão muscular, alterações de movimento, estresse, sono inadequado ou recuperação insuficiente.
Mas tratar dor miofascial não significa apenas “soltar” o músculo.
O tratamento pode envolver fisioterapia, exercícios terapêuticos, terapia manual, liberação miofascial, osteopatia e acupuntura, de acordo com a avaliação de cada paciente.
E o exercício tem papel importante: uma revisão sistemática publicada no Journal of Physiotherapy mostrou que exercícios, especialmente a combinação de alongamento e fortalecimento, podem reduzir a intensidade da dor miofascial.
Por isso, o objetivo não é apenas aliviar a dor hoje, mas recuperar movimento, aumentar a capacidade muscular e reduzir a chance de novas crises.
Se a dor muscular persiste ou volta com frequência, procure uma avaliação individualizada.
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